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Exorcismo. Saiba o que é ?

Exorcismo vem de uma palavra grega EXORKIZEIN que significa conjurar.

O Exorcismo é um sacramental. Em geral ele é realizado dentro de uma celebração litúrgica, onde sua essência é a conjuração ao Demônio, isso é, o ato de ORDENAR ao Demônio que se retire do corpo da pessoa possuída em Nome de Jesus, e pela “autoridade espiritual” da Igreja.

Voltaram alegres os setenta e dois, dizendo: Senhor, até os Demônios se nos submetem em Teu Nome!” (Lc 10,17)

Exorcismo é dogma de fé que o demônio existe e pode agir sobre o ser humano. O Catecismo da Igreja diz que: “Por trás da opção de desobediência de nossos primeiros pais há uma voz sedutora que se opõe a Deus e que, por inveja, os faz cair na morte. A Escritura e a Tradição da Igreja veem neste ser um anjo destronado, chamado Satanás ou Diabo. A Igreja ensina que ele tinha sido anteriormente um anjo bom, criado por Deus… mas se tornaram maus por sua própria iniciativa.” (§391). O Diabo é “pecador desde o princípio” (1Jo 3,8), “pai da mentira” (Jo 8,44). Jesus o chama de “homicida desde o princípio” (Jo 8,44). “Para isto é que o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo” (1Jo 3,9), disse São João.

A Igreja ensina que o demônio pode possuir uma pessoa, assumir o comando de suas faculdades; e para isso tem o Rito do Exorcismo para expulsá-lo. Jesus realizou muitos exorcismos: “Se é pelo Espírito de Deus que eu expulso os demônios, então o Reino de Deus já chegou a vós” (Mt 12,28). É de Jesus que a Igreja recebeu o poder e o encargo de exorcizar.

Quando a Igreja exige publicamente e com autoridade, em nome de Jesus Cristo, que uma pessoa ou objeto sejam protegidos contra a influência do maligno e subtraídos a seu domínio, fala-se de exorcismo.

O que diz o catecismo da Igreja sobre Exorcismo?

Como defender-se do demônio

Sob uma forma simples, o exorcismo é praticado durante a celebração do Batismo. Visto que o Batismo significa a libertação do pecado e de seu instigador, o Diabo, pronuncia-se um exorcismo sobre o candidato. Este é ungido com o óleo dos catecúmenos ou então o celebrante impõe-lhe a mão, e o candidato renuncia explicitamente a satanás.

O exorcismo solene, chamado “grande exorcismo “só pode ser praticado por um sacerdote, com a permissão do Bispo. Nele é necessário proceder com prudência, observando estritamente as regras estabelecidas pela Igreja. É importante, pois, assegurar-se, antes de celebrar o exorcismo, se se trata de uma presença do maligno ou de uma doença mental.

A Congregação da Fé do Vaticano, em 24.09.1985, deu uma Instrução sobre o Exorcismo, onde lembra o seguinte:

1. O cânon 1172 do Código de Direito Canônico declara que a ninguém é lícito proferir exorcismo sobre pessoas possessas, a não ser que o Ordinário do lugar tenha concedido peculiar e explícita licença para tanto (1º). Determina também que esta licença só pode ser concedida pelo Ordinário do lugar a um presbítero dotado de piedade, sabedoria, prudência e integridade de vida.

2. Não é lícito aos fiéis cristãos utilizar a fórmula de exorcismo contra Satanás e os anjos apóstatas, contida no Rito que foi publicado por ordem do Sumo Pontífice Leão XIII; muito menos lhes é lícito aplicar o texto inteiro deste exorcismo

A possessão

Quando ocorre, a possessão deve ser tratada de forma confidencial, dentro de uma sala e com familiares. Pela intensidade, a pessoa pode se bater, se machucar e sair com hematomas. Durante o ritual, padre e intercessores são munidos de texto bíblico, orações espontâneas, crucifixos, terços e água benta. Geralmente, explica o padre Vanilson, o espírito do mal toma o corpo de quem trabalha com rituais satânicos.

“Lidamos diariamente com casos de opressão, que é quando o mal atormenta a pessoa. Ele não está necessariamente nela, mas a influencia”, esclarece o pároco, que admite ter sido tentado pelo demônio: “Todos somos”. Com ele, como relata, a tentação costuma ocorrer à noite com perturbação na hora de dormir, sonhos pavorosos, pesadelos, sensação de arrepio e de algo ou alguém o seguindo.

Possessão demoníaca, no entanto, é rara. Há três anos à frente do papel no Distrito Federal, padre Vanilson lembra de apenas dois casos comprovados. “Em um, fomos bem-sucedidos. O outro está em processo. Funciona como na Medicina: Quanto mais cedo se descobre, mais fácil é a libertação”, explica.

A mulher libertada sofreu por mais de 30 anos. Tinha muita força, olhos virados e voz alterada. Ela saía de si quando começavam a rezar e só retomava a consciência horas mais tarde, machucada, sem lembrar de nada. A libertação ocorreu em um único dia.

Pe. Vanilson, único religioso católico de Brasília autorizado pelo Papa Francisco a expulsar demônios.

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Todos os santos

Dia de todos os santos

Hoje, na solenidade de todos os santos, a Igreja não celebra a santidade de um cristão que se encontra no Céu, mas sim, de todos. Isto, para mostrar concretamente, a vocação universal de todos para a felicidade eterna. “Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: ‘Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito’ “(Mt 5,48) (CIC 2013).

No Apocalipse, São João teve esta visão: “E vi uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as gentes e tribos e povos e línguas. Estavam de pé diante do trono e diante do Cordeiro, trajados com vestes brancas e palmas nas mãos” (Ap 7,14)…” A Igreja já canonizou mais de vinte mil santos, mas há certamente muito mais que esse número.

Na Santa Missa desse dia a Igreja propõe a leitura do Evangelho das Bem-aventuranças (Mt 5), pois elas espelham a vida dos santos: os pobres de espírito, os mansos, os que sofrem, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os pacíficos, os perseguidos por causa da justiça e  todos os que recebem o ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa e da humilhação. Os que colocam toda a sua confiança em Deus e sabem que sozinhos nada podem.

Os santos são a força mais poderosa da Igreja, foram eles que levaram a evangelização até os confins da terra; sofreram os martírios, esvaziaram-se de si mesmos para em tudo fazer a vontade de Deus.

O Papa João Paulo disse certa vez que “a santidade é a força mais poderosa para levar os homens a Cristo”. A História da Igreja confirma essas palavras; mesmo sem usar um rádio, tv ou internet, os grandes santos abalaram o mundo com suas vidas; assim foi, por exemplo, Santo Antão no deserto do Egito; São Francisco na Itália, Santa Teresa de Ávila na Espanha, Santo Estevão na Hungria, Santa Isabel em Portugal, Santa Teresinha e Santa Joana D´Arc na França e Santo Frei Galvão no Brasil. João Paulo II disse que “a Igreja não precisa de reformadores, precisa de santos”.

Todos os batizados são chamados a serem santos, e a Igreja existe para nos levar à santidade. Ela nos oferece os meios adequados para isso: os sacramentos, a Palavra de Deus, a oração, o jejum, a esmola, etc. A Carta aos Hebreus diz que “sem a santidade ninguém pode ver o Senhor”. Por isso, muitas almas precisam passar pelo Purgatório para adquirir a santidade plena para entrar na comunhão com Deus.

A origem da festa de todos os santos vem desde o século IV, onde se celebrava em Antioquia festa por todos os mártires no primeiro domingo depois de Pentecostes. No ano de 835, esta celebração foi transferida pelo papa Gregório IV para 1º de novembro.

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Primeiro Círculo de Formação Política em Brasília

Primeiro  Círculo de Formação Política será sobre os desafios do mundo do trabalho no século XXI e a Doutrina Social da Igreja

Da Redação, com Arquidiocese de Brasília

As inscrições para o primeiro Círculo de Formação Política da Arquidiocese de Brasília estão abertas. O primeiro encontro será no próximo dia 31 e terá a presença do presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Martins Filho.

As inscrições são feitas pelo site npf.arquidiocesedebrasilia.org.br . O evento será na Faculdade de Teologia da Arquidiocese (914 Sul) a partir das 19h30. Os 100 primeiros inscritos participarão presencialmente do evento. Também haverá transmissão ao vivo pelas redes sociais da Arquidiocese de Brasília e do Núcleo Política e Formação.

O tema desse primeiro círculo será “Desafios do mundo do trabalho no século XXI e a Doutrina Social da Igreja”. Gandra aprofundará aspectos da nova lei trabalhista, aprovada em julho.

Círculos de Formação sobre Política e Fé

Os círculos de formação são promovidos pelo Núcleo Política e Formação (NPF). Criado no fim de 2016 a pedido do Cardeal Sergio da Rocha, arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o núcleo surgiu de uma necessidade explicitada no Plano Pastoral 2016-2019 da Arquidiocese: aprofundar a formação sobre fé e política.

Em parceria com a Faculdade de Teologia, serão realizados mais três círculos de formação política até o fim deste ano: Água e bioma do cerrado (21/09), O poder político – Câmara Legislativa e suas funções (26/10), Política e Cristianismo (29/11).

Sobre o palestrante

Ives Gandra da Silva Martins Filho é bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo (1981), mestre em Direito pela Universidade de Brasília (1991) e doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2014). É ministro do Tribunal Superior do Trabalho desde 14 de outubro de 1999. Foi Corregedor-Geral da Justiça do Trabalho no período de 5 de março de 2013 a 26 de fevereiro de 2014. É membro da Academia Nacional de Direito do Trabalho e da Academia Paulista de Magistrados.

Faça sua inscrição: http://npf.arquidiocesedebrasilia.org.br/2017/08/14/primeiro-circulo-de-formacao-politica-faca-sua-inscricao/#

Fonte: arquidiocesedebrasilia.org.br

 

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Projeto Toca JAM

Seu sonho é aprender a tocar violão? CHEGOU A SUA HORA!
O Grupo JAM está iniciando um curso básico de violão chamado Projeto Toca JAM. Com duração de 3 meses, as aulas serão ministradas pelo cantor Gleyber Alves  e o investimento é de apenas R$90,00 mensais
Além de te capacitar você estará colaborando com a construção do nosso encontro de conversão.
Não perca tempo! Serão disponibilizadas apenas 3 turmas com 10 vagas cada!
Mas eu não sou do JAM, posso participar? CLARO QUE SIM! O curso é aberto à toda a comunidade!
O que precisa levar? Apenas vontade e determinação! Se você tem violão traga para as aulas, se não tem, não se preocupe, pois disponibilizaremos!
Maiores informações:
 Jansen: 9 9317-6070
Gleyber: 9 8166-6135
NÃO PERCA ESTA CHANCE!

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O aborto é a maior das ameaças à dignidade humana

Em uma nota de repúdio à descriminalização do aborto, o Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani Tempesta, lançou uma convocação a que todos se unam à “batalha pela vida”, frente as mais recentes tentativas de implantar o aborto no Brasil, qualificado por ele como a maior das ameaças à dignidade humana.

O Purpurado alerta que “emergem novas investidas contra a vida, que envolvem políticos e ativistas que apelam aos membros do STF (Supremo Tribunal Federal), este que logo julgará a matéria da petição que apela pela descriminalização da prática do aborto até as 12 semanas de vida”, ação protocolada pelo PSOL juntamente com o Instituto Anis.

“Nós, pastores do povo de Deus, repudiamos com veemência o aborto em todas as suas formas, bem como sua descriminalização”, declara o Arcebispo, ao acrescentar que também demandam, “em respeito à vida e ao povo brasileiro, que as autoridades civis somem-se a nós nesta busca pela paz e pelo progresso de nossa nação, que começa no direito à vida, defendido sem nenhuma exceção desde o momento de sua concepção até seu fim natural”.

Dom Orani exorta os cidadãos a se manifestarem pacificamente e saúda os movimentos, associações e grupos pró-vida de apoio à mulher e ao nascituro. “Vocês não estão sozinhos”, garante.

“Convocamos que mais pessoas se unam a essa batalha pela vida. Estejamos unidos na Eucaristia, que é a força de nosso labor pela vida”, acrescenta.

Em sua nota, o Purpurado recorda que “quando a sociedade vive o clima de caminhada para a Páscoa, certeza da vida que vence a morte, é imperioso que de novo saiamos em defesa da vida daqueles que não têm voz”.

De acordo com ele, os tempos atuais demandam a “oração e a unidade do povo cristão” frente a ameaças “à dignidade humana e à paz”. “E de todas essas ameaças à dignidade – ressalta –, qual poderia ser maior além daquela que sentencia a morrer os cidadãos inocentes que apenas buscam viver?”.

Dentre os brasileiros que mais correm o risco dessa sentença, Dom Orani chama a atenção para “os filhos da pátria não-nascidos, perseguidos desde a sua concepção”.

Esta realidade recorda, segundo o Arcebispo, a narrativa do Apocalipse, no qual aparece “a mulher que está prestes a dar a luz a um filho e que é perseguida pelo dragão que anseia loucamente devorar o filho que lhe nascer” (cf. Ap 12,1-17).

“E esse dragão hoje tem um nome, é chamado ‘cultura de morte’ e ele alça seu voo homicida sobre nossas cabeças para, através do aborto, ceifar vidas”, adverte.

Nesse sentido, lembra que o próprio “Jesus atribui a si a vida dos padecentes, pequeninos e inocentes”, ao dizer que “o que fizerdes ao menor dos vossos irmãos, é a Mim que o fazeis”.

Além disso, assinala o Cardeal, Cristo também deixa claro que ao perseguir os “cristãos inocentes”, os “que sofrem sem amparo e defesa”, é a Ele que se está perseguindo.

“E digo-vos que Cristo mais uma vez está sendo perseguido nos inocentes que não têm sequer direito de ter seu nome civil e nem mesmo o de cristão, pois morrem antes pelas mãos deste sanguinário dragão”.

Entretanto, garante o Cardeal Tempesta, “Cristo mesmo lhes dá um nome, o seu nome quando diz: ‘é a mim que o fazeis’. E reitera a estes algozes: ‘Por que me persegues?’; e se faz advogado dos inocentes diante do Pai”.

Assim, assumindo sofrer junto com Cristo diante de tal realidade, assegura: “Advogaremos com Ele até o fim, mesmo depois de qualquer sentença dada, e não nos cansaremos de recorrer a favor da vida como direito natural dos concebidos”.

“Que a Páscoa que se aproxima preencha os nossos corações com a certeza da vitória da vida sobre a morte e da caminhada histórica de um povo que não perde a esperança porque baseada n’Aquele que ressuscitou e vive presente entre nós”, conclui.

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