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Papa: o Natal é uma festa capaz de remover as barreiras da indiferença

Santo Padre recebeu organizadores do concerto de Natal no Vaticano, que será em prol de crianças da República Democrática do Congo e da Argentina

A 25ª edição do Concerto de Natal no Vaticano, neste sábado, 16, recolherá fundos para ajudar projetos educativos envolvendo crianças da República Democrática do Congo e da Argentina. Cerca de 180 artistas e organizadores do evento foram recebidos pelo Papa Francisco nesta sexta-feira, 15, ocasião em que o Papa manifestou seu agradecimento e apreço pelo trabalho desenvolvido.

O empenho dos organizadores e aqueles que assistirão ao concerto – disse Francisco agradecido – é uma demonstração de “sensibilidade às necessidades” daqueles que mais precisam de ajuda e solidariedade.

“O Natal é uma festa sentida, participada, capaz de aquecer os corações mais frios, de remover as barreiras da indiferença em relação ao próximo, de encorajar à abertura ao outro e ao dom gratuito. Porque também hoje há a necessidade de difundir a mensagem de paz e de fraternidade precisamente no Natal; existe a necessidade de representar este acontecimento exprimindo os sentimentos autênticos que o animam”.

E a arte – enfatizou o Papa –“é um formidável meio para abrir as portas da mente e do coração ao verdadeiro significado do Natal”.

O Santo Padre acrescentou ainda que a criatividade e a genialidade dos artistas com as suas obras, também com a música e o canto, “conseguem chegar aos registros mais íntimos da consciência”.

Ao concluir concedendo a sua benção, Francisco fez votos de que o Concerto de Natal no Vaticano “possa ser uma ocasião para semear a ternura, a paz e a acolhida, que brotam da gruta de Belém”.

O evento que será realizado na Sala Paulo VI tem o apoio da Congregação para a Educação Católica.

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Papa pede acolhimento ao migrante e o refugiado

Dia Mundial do Migrante e do Refugiado 2018

Da Redação, com Boletim da Santa Sé 

Papa em visita a um campo de refugiados na Grécia, em abril de 2016 / Foto: Arquivo – Reprodução CTV

“Acolher, proteger, promover e integrar os migrantes e os refugiados”. Este é o pedido do Papa Francisco em sua mensagem para o Dia Mundial do Migrante e Refugiado 2018, que será celebrado em 14 de janeiro. O texto foi publicado nesta segunda-feira, 21, pela Sala de Imprensa da Santa Sé.

Nesses quatro primeiros anos de pontificado, por várias vezes Francisco manifestou sua tristeza e preocupação pela situação de migrantes e refugiados que fogem de guerras, perseguições, desastres naturais e pobreza. Sua visita à Lampedusa em julho de 2013 foi um marco de sua proximidade a essa situação, além da criação do órgão vaticano para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, que expressa também a atenção da Igreja com as essas pessoas. Ele também visitou um campo de refugiados na Grécia em sua visita à Ilha de Lesbos em abril de 2016.

Francisco enfatiza na mensagem a necessidade de ajudar aqueles que foram forçados a deixar sua própria pátria, desde a partida e travessia até a chegada e o regresso. Trata-se de uma responsabilidade que a Igreja quer partilhar com todos os homens e mulheres de boa vontade, chamados a responder com generosidade ao desafio do fenômeno migratório.

Para dar essa resposta concreta, o Papa indica quatro atitudes: acolher, proteger, promover e integrar. No processo de acolhimento, Francisco fala de alguns esforços necessários, como a simplificação da concessão de vistos humanitários, a abertura de “corredores humanitários” para os refugiados mais vulneráveis, vistos temporários especiais em países vizinhos para pessoas que escapam de conflitos e um primeiro alojamento adequado e decente.

A proteção dos migrantes e refugiados envolve, segundo Francisco, uma série de ações em defesa dos seus direitos e dignidade, independente da situação migratória. Esse é um processo que começa no país de origem e deve continuar, na medida do possível, na terra de imigração, assegurando aos migrantes a assistência necessária.

Já quando pede a “promoção” dos migrantes e refugiados, o Papa quer o empenho para que eles tenham condições de se realizar como pessoas em todas as dimensões que compõem a humanidade desejada por Deus. Por fim, Francisco fala da necessidade de integração.

“Insisto mais uma vez na necessidade de favorecer em todos os sentidos a cultura do encontro, multiplicando as oportunidades de intercâmbio cultural, documentando e difundindo as ‘boas práticas’ de integração e desenvolvendo programas tendentes a preparar as comunidades locais para os processos de integração”.

Papa Francisco assegura a disponibilidade da Igreja em se comprometer na realização de todas essas iniciativas, mas frisa que é indispensável a contribuição da comunidade política e da sociedade civil, cada qual segundo as próprias responsabilidades.

Um processo já iniciado citado pelo Papa é a redação e aprovação de dois acordos globais, um sobre refugiados e outro sobre migrantes. Durante a Conferência da ONU realizada em Nova Iorque em 19 de setembro de 2016, os Estados se comprometeram a fazê-lo até o final de 2018.

A mensagem divulgada hoje é datada de 15 de agosto, Solenidade da Assunção de Maria. Francisco destaca que Maria experimentou pessoalmente a dureza do exílio; ele confia à sua intercessão materna as esperanças de todos os migrantes e refugiados. “Que todos, no cumprimento do supremo mandamento divino, aprendamos a amar o outro, o estrangeiro, como a nós mesmos”, conclui o Papa.

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Noite de caldos – ECC

Venha participar conosco da noite de caldos do ECC dia 15/07/2017 às 20hrs no salão paroquial.

Os convites podem ser adquiridos na secretaria da paróquia, não perca!

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Primeira Caminhada Mariana de Sobradinho

As paroquias Imaculada Conceição e Rosário de Fátima promoveram juntas a 1º Caminhada Mariana de Sobradinho DF

Centenas de fiéis participaram na manhã do último sábado (17) da Caminhada Mariana. Organizada pelo Movimento Famílias com Maria com apoio dos párocos Manolo e Júlio , a 1ª edição da programação reuniu cerca de 500 pessoas, contando com o percurso que saiu de frente a paróquia Imaculada Conceição (Quadra 13) até a paróquia Rosário de Fátima (Quadra 8).

A peregrinação foi iniciada às 7h do sábado, no estacionamento da paróquia Imaculada, em Sobradinho na quadra 13, e saiu em direção a quadra 8 passando pela quadra Central. Vários comerciantes e curiosos observavam o fiéis que seguiam rezando o terço e louvando ao Senhor cantando. Os diversos seguidores fizeram uma parada no balão próximo ao Hospital Regional de Sobradinho, onde houve uma benção aos enfermos e aos parentes das pessoas hospitalizadas.

Durante todo o trajeto, os peregrinos contaram com um carros de som, ambulância do bombeiros, batedores da polícia militar e carros de apoio. Além disso, para manter a hidratação, os fiéis receberam água ao longo do trajeto.

Em clima de oração e penitência, ao som de musicas marianas, os peregrinos desciam em direção a paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

Nem mesmo o frio e o vento forte foi obstáculo para os fiéis chegarem, entusiasmados, à paróquia, de onde a menos de 500 metros houve o encontro das duas imagens, Nossa Senhora da Imaculada Conceição e Nossa Senhora de Fátima, que acolheram os fies e receberam as bençãos, a frente do cortejo estava a Imagem de Nossa Senhora da Imaculada Conceição seguida dos coroinhas e acólitos, seguido dos Padres, diáconos e os fieis das paroquias de Sobradinho.

As duas imagens foram carregadas pelos devotos, em especial pelo movimento terço dos homens, que fizeram o percurso já próximo a paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, em seguida os fies puderam participar da Santa Missa com muita devoção a Nossa Senhora representada pelas duas imagens que foram colocadas ao lado do altar.

 

Caminhada Mariana 17/06/2017

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Jesus escolhe o mais pecador dos apóstolos

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco celebrou nesta manhã de sexta-feira a Santa Missa na Capela da Casa Santa Marta. Em sua homilia, o Papa comentou o Evangelho do dia (Jo 21,15-19), em que Jesus ressuscitado conversa com Pedro à margem do lago, onde o apóstolo tinha sido chamado. É um diálogo tranquilo, sereno, entre amigos, enfatiza Francisco, na atmosfera da Ressurreição do Senhor. Jesus confia o seu rebanho a Pedro, fazendo-lhe três perguntas, perguntando se ele o ama:

“Jesus escolhe o mais pecador dos apóstolos, os outros fugiram, este renegou Ele: ‘Não o conheço’. E Jesus lhe pergunta: ‘Mas você me ama mais do que estes?’. Jesus escolhe o mais pecador”.

E foi escolhido, portanto, “o mais pecador” para “apascentar o povo de Deus. Isto nos faz pensar”, observa Francisco. Jesus pede a Pedro para apascentar o seu rebanho com amor:

“Não apascentar com a cabeça para cima, como o grande dominador, não: apascentar com humildade, com amor, como Jesus fez. Esta é a missão que Jesus dá a Pedro. Sim, com os pecados, com os erros. Tanto é assim que, logo após esse diálogo, Pedro faz um deslize, um erro, é tentado pela curiosidade e disse ao Senhor: “Mas este outro apóstolo para onde vai, o que fará?”. Mas com amor, no meio de seus erros, e seus pecados … com amor: ‘Porque essas ovelhas não são as suas ovelhas, são as minhas ovelhas’, diz o Senhor. “Ame-as. Se você é meu amigo, você tem que ser amigos delas’”.

O Papa recorda quando Pedro nega Jesus diante da serva do sumo sacerdote: está seguro em negar o Senhor como estava seguro quando tinha confessado: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Recorda o olhar de Jesus que cruza com o de Pedro, que acabara de lhe renegar. E o apóstolo, “corajoso ao renegar, é capaz de chorar amargamente”:

“E então, depois de toda uma vida servindo ao Senhor acabou como o Senhor: na cruz. Mas não se vangloria: ‘Termino como meu Senhor!’. Não, pede ele: ‘Por favor, me coloquem na cruz com a cabeça para baixo, para que pelo menos vejam que não sou o Senhor, sou o servo’. Isto é o que nós podemos tirar deste diálogo, deste diálogo tão bonito, tão sereno, tão amigável, tão pudico. Que o Senhor nos dê sempre a graça de caminhar pela vida com a cabeça para baixo: com a cabeça alta para a dignidade que Deus nos dá, mas com a cabeça para baixo, sabendo que somos pecadores e que o único Senhor é Jesus, nós somos servos”.(SP)

(from Vatican Radio)

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