O aborto é a maior das ameaças à dignidade humana

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O aborto é a maior das ameaças à dignidade humana

Em uma nota de repúdio à descriminalização do aborto, o Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani Tempesta, lançou uma convocação a que todos se unam à “batalha pela vida”, frente as mais recentes tentativas de implantar o aborto no Brasil, qualificado por ele como a maior das ameaças à dignidade humana.

O Purpurado alerta que “emergem novas investidas contra a vida, que envolvem políticos e ativistas que apelam aos membros do STF (Supremo Tribunal Federal), este que logo julgará a matéria da petição que apela pela descriminalização da prática do aborto até as 12 semanas de vida”, ação protocolada pelo PSOL juntamente com o Instituto Anis.

“Nós, pastores do povo de Deus, repudiamos com veemência o aborto em todas as suas formas, bem como sua descriminalização”, declara o Arcebispo, ao acrescentar que também demandam, “em respeito à vida e ao povo brasileiro, que as autoridades civis somem-se a nós nesta busca pela paz e pelo progresso de nossa nação, que começa no direito à vida, defendido sem nenhuma exceção desde o momento de sua concepção até seu fim natural”.

Dom Orani exorta os cidadãos a se manifestarem pacificamente e saúda os movimentos, associações e grupos pró-vida de apoio à mulher e ao nascituro. “Vocês não estão sozinhos”, garante.

“Convocamos que mais pessoas se unam a essa batalha pela vida. Estejamos unidos na Eucaristia, que é a força de nosso labor pela vida”, acrescenta.

Em sua nota, o Purpurado recorda que “quando a sociedade vive o clima de caminhada para a Páscoa, certeza da vida que vence a morte, é imperioso que de novo saiamos em defesa da vida daqueles que não têm voz”.

De acordo com ele, os tempos atuais demandam a “oração e a unidade do povo cristão” frente a ameaças “à dignidade humana e à paz”. “E de todas essas ameaças à dignidade – ressalta –, qual poderia ser maior além daquela que sentencia a morrer os cidadãos inocentes que apenas buscam viver?”.

Dentre os brasileiros que mais correm o risco dessa sentença, Dom Orani chama a atenção para “os filhos da pátria não-nascidos, perseguidos desde a sua concepção”.

Esta realidade recorda, segundo o Arcebispo, a narrativa do Apocalipse, no qual aparece “a mulher que está prestes a dar a luz a um filho e que é perseguida pelo dragão que anseia loucamente devorar o filho que lhe nascer” (cf. Ap 12,1-17).

“E esse dragão hoje tem um nome, é chamado ‘cultura de morte’ e ele alça seu voo homicida sobre nossas cabeças para, através do aborto, ceifar vidas”, adverte.

Nesse sentido, lembra que o próprio “Jesus atribui a si a vida dos padecentes, pequeninos e inocentes”, ao dizer que “o que fizerdes ao menor dos vossos irmãos, é a Mim que o fazeis”.

Além disso, assinala o Cardeal, Cristo também deixa claro que ao perseguir os “cristãos inocentes”, os “que sofrem sem amparo e defesa”, é a Ele que se está perseguindo.

“E digo-vos que Cristo mais uma vez está sendo perseguido nos inocentes que não têm sequer direito de ter seu nome civil e nem mesmo o de cristão, pois morrem antes pelas mãos deste sanguinário dragão”.

Entretanto, garante o Cardeal Tempesta, “Cristo mesmo lhes dá um nome, o seu nome quando diz: ‘é a mim que o fazeis’. E reitera a estes algozes: ‘Por que me persegues?’; e se faz advogado dos inocentes diante do Pai”.

Assim, assumindo sofrer junto com Cristo diante de tal realidade, assegura: “Advogaremos com Ele até o fim, mesmo depois de qualquer sentença dada, e não nos cansaremos de recorrer a favor da vida como direito natural dos concebidos”.

“Que a Páscoa que se aproxima preencha os nossos corações com a certeza da vitória da vida sobre a morte e da caminhada histórica de um povo que não perde a esperança porque baseada n’Aquele que ressuscitou e vive presente entre nós”, conclui.

Categoria : informações


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Beijo do Papa a bebê

 

No ano passado, enquanto percorria as ruas da Filadélfia, o Papa Francisco deteve o papamóvel para beijar Gianna, bebê que sofre de um tumor cerebral inoperável. Seus pais asseguram que este gesto simples mudou a vida da sua família e com as orações de milhares, para surpresa dos médicos, a menina continua melhorando.

Gianna nasceu em setembro de 2014 e os médicos descobriram um tumor em seu cérebro algumas semanas depois. Seu pai, Joey Masciantonio, disse a Eyewitness News que “esse beijo significou mais para minha família do que qualquer pessoa possa imaginar”.

A família Masciantonio conseguiu aproximar-se do Papa Francisco graças aos membros do FBI, pois chamaram a atenção do Pontífice quando estava a caminho do Independence Mall, onde se encontraria com a comunidade hispânica e os imigrantes.

beijo_Papa_bebeO Santo Padre beijou a menina Gianna justamente perto do tumor.

“Nenhuma das pessoas que estavam na rua sabiam que algo mal se passava com Gianna, nem sabiam nada sobre sua condição. O Papa também não sabia que ela tinha um tumor inoperável no cérebro”, comentou Don Asper, um dos agentes especiais do FBI que ajudou a família.

O FBI preparou uma surpresa para a família. Conseguiram o autógrafo do Papa Francisco em uma fotografia do momento em que beijou a cabeça de Gianna. Além disso, os Masciantonio ficaram sabendo que o Santo Padre não só está informado da doença de Gianna, como também pergunta por ela e está atento à sua recuperação.

“Ficamos sabendo que ele sabe a respeito dela, que pergunta e reza por ela, isso é incrível”, expressou a mãe da bebê, Kristen Masciantonio.

Gianna continua fazendo quimioterapia e os médicos agora acreditam que a menina poderá se recuperar no futuro. A bebê já começou a falar, caminhar e está cheia de energia.

A família começou a fazer uma coleta para pagar o tratamento e para ajudar outras pessoas que estão passando pela mesma situação.

Se deseja contribuir nesta coleta, acesse:

http://www.fortheloveofgracefoundation.com/make-A-donation.hTML

Categoria : notícias


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